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domingo, 13 de março de 2016
Reflexão
Etiquetas:
PENSAMENTOS
Local:
Porto, Portugal
domingo, 14 de fevereiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
O MEU COLAR DE PÉROLAS
O MEU COLAR DE PÉROLAS
Pelo teu rosto
Rolou uma lágrima,
Depois outra
E mais outra.
Corri,
Lesto,
A resgatá-las à rudez
Inclemente,
Imunda,
Do chão.
Cálidas,
Doces,
Transparentes,
Nas minhas mãos
Cristalizaram,
Lenta e suavemente,
Como pérolas preciosas
Que a saudade criou!
Com elas fiz um longo colar!
Liguei-as com o sentimento
Terno e doce que nos tomou.
Fechei-o com o mosquetão do amor
E coloquei-to ao peito,
Onde o brilho se potenciou.
Que mostruário de sonho,
Emoldurado pelo teu sorriso!
Como ficaste linda!
E é neste relicário de afetos
Que guardo, ainda,
E para a posteridade,
Este magnífico,
Soberbo,
Manancial de emoções.
Ermesinde, 03/01/2016
O autor:
Miguel Henriques
(poema inédito)
Etiquetas:
POESIA.
Local:
Porto, Portugal
domingo, 30 de agosto de 2015
OS NOSSOS HÓSPEDES
OS NOSSOS HÓSPEDES
Ninguém, por certo, ignorará que, durante muito tempo, se fizeram grandes obras (edifícios públicos) com recurso à mão-de-obra prisional. É certo que muitos dirão: «Bom, mas isso era trabalho escravo!» Seria?! - Pergunto eu.
Os reclusos estavam ocupados, uns exercitavam as suas profissões outros aprendiam-nas e, quando recuperassem a liberdade, já disporiam de uma capacidade de trabalho susceptível de os integrar na comunidade.
Além disso, produziam riqueza que, no mínimo, compensaria os gastos que o erário público tinha de suportar para os manter no cumprimento das suas penas privativas de liberdade. Mas, hoje, a mão-de-obra prisional. bem ou mal, é remunerada. E essa remuneração pode e deve ser mais um dos recursos, neste caso, económico, para a reinserção do indivíduo quando vier a recuperar a sua liberdade. Como é sabido, a pena de prisão não visa apenas uma função punitiva do delinquente, mas antes e sobretudo uma função ressocializadora, o prepará-lo para uma sã convivência com o seu semelhante, para que não volte a prevaricar.
Ora, é sabido que no actual regime penal português, até o trabalho a favor da comunidade, em ambiente não prisional, mas no cumprimento de uma pena por parte de qualquer indivíduo condenado é facultativo, não lhe podendo ser imposto contra a sua vontade.
E, assim sendo, uma vez que compete ao Estado assegurar a defesa da comunidade, quando, para isso, tiver de restringir o direito à liberdade a qualquer indivíduo, obviamente que terá de lhe assegurar os meios de sobrevivência, seja num estabelecimento prisional, seja no seu próprio domicílio.
Ora, sabendo nós o quanto custa a "hospedagem" de um recluso aos contribuintes, contribuintes esses já de si suficientemente depauperados pela crescente sobrecarga de impostos e, porventura, até lesados pelo próprio "hóspede", seja no regime de prisão preventiva, seja em cumprimento de pena, não seria sensato que o mesmo fosse obrigado a trabalhar para compensar o que com ele se gasta?
Como é sabido, "a ociosidade é a mãe de todos os vícios", e o trabalhar é uma virtude que todos deveríamos cultivar, mesmo aqueles que,pessoal e socialmente, se pretende reabilitar.
Etiquetas:
CRÓNICAS,
PENSAMENTOS
Local:
Porto, Portugal
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Lançamento do meu livro de poesia "Para lá das nuvens há luar"
Lançamento do meu livro de poesia "Para lá das nuvens há luar"
Bom Jesus do Monte, Braga
Etiquetas:
FOTOGRAFIA
Local:
Braga, Portugal
terça-feira, 2 de junho de 2015
Lançamento do livro de poesia PARA LÁ DAS NUVENS HÁ LUAR
PARA LÁ DAS NUVENS HÁ LUAR
Decorreu no passado dia 30 de Maio, pelas 15 horas, no Palacete dos Viscondes de Balsemão, à Praça Carlos Alberto, na cidade do Porto, o lançamento do meu livro de poesia intitulado
PARA LÁ DAS NUVENS HÁ LUAR,
editado pela Mosaico de Palavras.
A minha gratidão a todos quantos colaboraram na organização do evento e nele de alguma forma participaram, contribuindo para que tivesse tido o sucesso que teve.
A todos os amigos que me honraram com a sua presença, o meu sentido abraço de carinho e enorme gratidão.
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