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sábado, 8 de setembro de 2018
Feira do Livro do Porto
Etiquetas:
DE LAMEGO AO LUBANGO,
E agora?,
Feira do Livro do Porto,
MIGUEL HENRIQUES,
PARA LÁ DAS NUVENS HÁ LUAR,
VIOLETAS SELVAGENS
Local:
Porto, Portugal
terça-feira, 1 de maio de 2018
VIOLETAS SELVAGENS (romance)
Agora que o sol ou uma boa sombrinha convidam à leitura, porque não aproveitar para ler uma belíssima história de amor e paixão?
Já agora, permitam-me que deixe aqui uma das minhas sugestões:
Para o adquirir autografado, deverá solicitá-lo através do email:
miguelhenriques53@gmail.com
Obrigado e boas leituras!
domingo, 10 de setembro de 2017
Sessão de autógrafos
Hoje, a partir das 15 horas, nova sessão de autógrafos, na Feira do Livro do Porto, ao Palácio de Cristal, no Stand 40, da editora Mosaico de Palavras. Quem estiver interessado na aquisição de algum dos meus livros e puder faça o favor de comparecer!
domingo, 4 de junho de 2017
Lançamento do romance "Violetas Selvagens", do autor Miguel Henriques, na Casa de Allen, Porto
Sobre o livro:
Num velho quarto de banho duma velha residencial flaviense, Marcos André, um investigador policial, certa manhã dum tórrido verão, após proceder à sua higiene pessoal, fica, acidentalmente, "sequestrado" no seu interior por uma velha fechadura que teima em não abrir.
Pede, então, ajuda do interior, e eis que, no corredor em frente, vai a passar Liliana, uma jornalista, que se disponibiliza a libertá-lo, abrindo-lhe a porta pelo exterior.
Com surpresa, descobrem que, afinal, já se conheciam dos tempos da faculdade, e por quem, por sinal, ele sempre nutrira um certo fraquinho que, contudo, nunca lhe denunciara.
Entretanto, após o insólito "sequestro", descobrem, através das conversas que se vão sucedendo, que, afinal, estão ambos encravados numa velha e depauperada relação conjugal que já perdera todo o elã, mas a que as grilhetas dum compromisso assumido em dado momento das suas vidas continuam a amarrá-los.
Cientes de que a libertação, numa sociedade ainda avessa a esse tipo de rupturas, tem os seus custos pessoais, familiares e sociais, serão eles capaz de os assumir, resgatando-se reciprocamente às suas velhas relações?
Lançamento do romance Violetas Selvagens, de Miguel Henriques, em 3 de junho de 2017, na Casa de Allen, Porto
Num velho quarto de banho duma velha residencial flaviense, Marcos André, um investigador policial, certa manhã dum tórrido verão, após proceder à sua higiene pessoal, fica, acidentalmente, "sequestrado" no seu interior por uma velha fechadura que teima em não abrir.
Pede, então, ajuda do interior, e eis que, no corredor em frente, vai a passar Liliana, uma jornalista, que se disponibiliza a libertá-lo, abrindo-lhe a porta pelo exterior.
Com surpresa, descobrem que, afinal, já se conheciam dos tempos da faculdade, e por quem, por sinal, ele sempre nutrira um certo fraquinho que, contudo, nunca lhe denunciara.
Entretanto, após o insólito "sequestro", descobrem, através das conversas que se vão sucedendo, que, afinal, estão ambos encravados numa velha e depauperada relação conjugal que já perdera todo o elã, mas a que as grilhetas dum compromisso assumido em dado momento das suas vidas continuam a amarrá-los.
Cientes de que a libertação, numa sociedade ainda avessa a esse tipo de rupturas, tem os seus custos pessoais, familiares e sociais, serão eles capaz de os assumir, resgatando-se reciprocamente às suas velhas relações?
Lançamento do romance Violetas Selvagens, de Miguel Henriques, em 3 de junho de 2017, na Casa de Allen, Porto
quinta-feira, 25 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
VIOLETAS SELVAGENS
VIOLETAS SELVAGENS
Tal como já tive oportunidade de anunciar na minha página do Facebook, aqui está, em definitivo, a capa de mais um romance da minha autoria, obra esta cujo lançamento está aprazado para o próximo dia 3 de Junho (sábado), pelas 15.30 horas, na Casa de Allen (Palacete Villar d'Allen), R. de António Cardoso 175, 4150-081 Porto (à Boavista). Muito grato ficaria se pudesse contar com a vossa presença. Compareçam! Obrigado
"Um romance que parece pertencer a dois ou vários tempos. O tempo
nosso, actual, em que as relações humanas, particularmente as que
envolvem um casal, ainda de sexos opostos, enfrentam as vertigens
que conduzem à quebra dos laços, dos fios que ligam; o tempo de
ontem e de sempre, em que o amor parece ser (e continuar a ser) a
mola maior que faz mover o mundo e cada pessoa que o habita.
Dominando o fio da narrativa com segurança, o autor leva-nos a
sentir como reais, de tão verosímeis que nos parecem, os
inumeráveis estados de espírito por que passam personagens em
transe de vida, separando-se e unindo-se, para voltarem a separar-se
e novamente a procurar a união, como se o destino do ser humano
ocidental fosse cada vez mais balançar entre estes dois extremos.
Um romance cativante..."
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